Enquanto se pagam quantias milionárias aos gestores públicos deste país, qualquer "pequena esmola" dada aos trabalhadores, suas famílias e reformados é encarada pelos responsáveis políticos como desperdício ou despesismo.
Metade do prémio atribuído a António Mexia pagava mais de dois anos desta merecida compensação, obtida, muitas vezes, à custa dos salários dos trabalhadores e das pensões dos reformados.
